O Oferta de aquisição da Lactalis sobre Parma ainda está sobrecarregado por um fator desconhecido: o processo que coloca a empresa Collecchio contra o Citibank por eventos que remontam ao colapso do grupo italiano no início dos anos 431. O US Bank, com uma sentença do Tribunal de Nova Jersey, conseguiu obter uma maxi-indenização de XNUMX milhões de dólares e uma sentença do Tribunal de Apelação de Bolonha declarou a provisão efetiva.
Essencialmente, o Citibank teria o direito de obter US$ 431 milhões em ações listadas da Parmalat da Parmalat. Do ponto de vista judicial, a questão ainda está em aberto, pois há um recurso da Parmalat pendente no Supremo Tribunal Federal, mas no passado essa questão sempre desencorajou qualquer fechamento de capital.
Se a Lactalis decidiu quebrar o atraso, é provável que nos últimos meses tenha havido uma negociação com o Citibank para chegar a um acordo que não preveja o pagamento da quantia em ações listadas da Parmalat e, segundo rumores colhidos pela Radiocor, houve algumas conversas com o banco americano, mesmo que nenhum acordo formalizado tenha sido levado ao Conselho de Administração.
O do Citi é o último grande processo aberto desde os dias do crack. Nos últimos anos, a Parmalat tem gradualmente fechado acordos para se opor a devedores e credores atrasados. Como se depreende do último relatório semestral, estavam pendentes 18 processos, dispersos pelos tribunais de Parma (4 processos), Bolonha (11) e Tribunal de Cassação (3).
Com exceção do Citi, porém, trata-se de pequenos valores que não são capazes de alterar os termos da oferta pública de aquisição.
